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Publicado em 28/5/2026 às 17h00

Processo do governo pode resultar em multa pesada para iFood e Keeta.

Taxas transparentes: Senacon abre processos contra iFood e Keeta

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) iniciou processos administrativos contra o iFood e a Keeta devido ao descumprimento da Portaria nº 61/2026, que estabelece a obrigatoriedade de transparência nas taxas cobradas nas entregas. Caso as empresas não cumpram as regras, poderão enfrentar multas que chegam a R$ 14 milhões. O prazo para apresentar defesa e comprovar a conformidade com a norma é de 20 dias, caso contrário, sanções serão aplicadas.

A legislação exige que as plataformas forneçam um resumo claro da composição dos preços de cada pedido, detalhando o valor total pago pelo cliente, a taxa retida pelo aplicativo, os montantes destinados ao restaurante e ao entregador, incluindo gorjetas e adicionais. A fiscalização teve início em 24 de abril, e o secretário Ricardo Morishita destaca que essa exigência reflete um direito assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor há décadas.

O iFood alega surpresa com a decisão do governo, enquanto a Keeta afirma estar em conformidade com a legislação. Ambas as empresas têm se manifestado quanto às medidas que estão sendo adotadas para cumprir as exigências da Senacon, porém, ressaltam a necessidade de diálogo prévio e de ajustes em suas operações para se adequarem completamente à norma.

Palavras-chave: iFood, Keeta, transparência

Respostas das empresas e ultimato do governo

Em nota enviada ao Tecnoblog, o iFood enfatizou que o processo em andamento determinará a possibilidade de aplicação de multas, não sendo uma sanção imediata. A empresa argumenta que as adaptações necessárias para cumprir a norma envolvem mudanças significativas em seus sistemas e aplicativos. O iFood também ressalta a abertura ao diálogo com a Senacon, mesmo após a falta de resposta a várias solicitações de reunião.

Por outro lado, a Keeta defende sua postura de transparência em relação às taxas desde sua chegada ao Brasil. A empresa reforça seu compromisso em detalhar as parcelas destinadas a cada parte envolvida no processo de entrega. Apesar disso, a Senacon mantém que as informações fornecidas até o momento não atendem plenamente às exigências da legislação brasileira.

O governo deixou claro que a Portaria nº 61/2026 não é opcional e que todas as empresas do setor de delivery devem se adequar às normas vigentes. A transparência nas taxas é fundamental para garantir o direito do consumidor de tomar decisões informadas e evitar possíveis abusos por parte das plataformas.

Palavras-chave: normas, diálogo, adaptação

Conclusão do artigo

As ações da Senacon contra o iFood e a Keeta sinalizam a importância da transparência nas relações comerciais, resguardando os direitos dos consumidores e garantindo a equidade no mercado de entregas por aplicativos. É fundamental que as empresas estejam em conformidade com as normas vigentes, promovendo a concorrência justa e a proteção dos interesses dos usuários finais.

Plataformas de delivery sob observação do governo

O governo está de olho nas práticas das plataformas de delivery, em especial no modo como cobram taxas dos usuários. Recentemente, o Ministério da Justiça notificou duas grandes empresas do ramo, iFood e Uber, sobre a possibilidade de confundirem os consumidores ao separarem a “taxa de entrega” da “taxa de serviço”. Essa medida visa assegurar a transparência e a clareza nas transações comerciais, em conformidade com o Código de Defesa do Consumidor.

O prazo de 20 dias para que as empresas se defendam e demonstrem a adequação às normas estabelecidas é uma oportunidade para reavaliarem suas estratégias de cobrança. Caso não sejam capazes de comprovar o cumprimento das regras estabelecidas, estarão sujeitas a sanções previstas pela legislação. Essa ação do governo destaca a importância de respeitar as diretrizes em vigor e proteger os direitos dos consumidores.

É fundamental que as plataformas de delivery ajam de forma responsável e transparente, garantindo que suas práticas comerciais não gerem confusão ou prejuízos aos usuários. A relação de confiança entre empresas e clientes é essencial para a sustentabilidade do mercado e para a proteção do consumidor brasileiro.

Desafios e responsabilidades no setor de entrega

A atuação no segmento de delivery envolve desafios e responsabilidades que vão além da simples prestação de serviço. As empresas devem estar conscientes de seu papel na sociedade e da necessidade de cumprir com as regulamentações vigentes, visando a transparência e a ética nas relações comerciais. A multa é uma possível punição para aquelas que não cumprem com suas obrigações perante a legislação.

O respeito ao Código de Defesa do Consumidor é uma prioridade que não pode ser negligenciada pelas plataformas de delivery. A clareza nas informações prestadas aos usuários e a honestidade nas práticas comerciais são aspectos essenciais para a construção de uma reputação sólida e para a fidelização da clientela. As empresas que se destacam no mercado são aquelas que demonstram responsabilidade social e comprometimento com a satisfação do consumidor.

A busca pela excelência no atendimento e na prestação de serviços deve ser um objetivo constante das empresas de delivery, que precisam se adaptar às exigências do mercado e às demandas dos clientes. A concorrência acirrada nesse setor requer que as empresas se destaquem não apenas pela qualidade do serviço oferecido, mas também pela transparência e pela honestidade em suas práticas comerciais.

Impacto das medidas do governo no mercado de delivery

As medidas adotadas pelo governo em relação às plataformas de delivery terão um impacto significativo no mercado, influenciando a forma como as empresas atuam e como os consumidores são tratados. A exigência de conformidade com as normas estabelecidas visa promover uma concorrência justa e garantir a proteção dos direitos dos clientes.

A fiscalização do cumprimento das regras do Código de Defesa do Consumidor é um sinal de que o governo está atento às práticas comerciais das empresas de delivery e busca assegurar a transparência e a equidade nas relações de consumo. Essa ação pode resultar em um ambiente mais saudável e justo para os consumidores, estimulando a concorrência e aprimorando a qualidade dos serviços oferecidos.

É fundamental que as empresas do setor de delivery estejam alinhadas com as diretrizes governamentais e ajam de acordo com os princípios éticos e legais estabelecidos. A transparência e a responsabilidade são valores essenciais para o sucesso no mercado, e as empresas que os adotam tendem a se destacar e a conquistar a confiança dos consumidores.

O cumprimento das regras estabelecidas é fundamental para garantir a proteção dos direitos dos consumidores e a equidade nas relações comerciais. As medidas adotadas pelo governo visam promover a transparência e a justiça no mercado de delivery, incentivando a concorrência saudável e a qualidade dos serviços oferecidos.

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Criado com Por : Leonardo Pederzoli